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Presidente Lula no Palácio do Planalto — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo
GERADO EM: 21/04/2026 - 22:11
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De olho em medidas de impacto popular que possam melhorar a popularidade,o governo federal inicia nesta quarta-feira um novo modelo de financiamento com ampliação Minha Casa Minha Vida para os brasileiros da classe média.
Entre as medidas,estão previstas a redução dos juros para as faixas de beneficiário de renda mais baixa e a ampliação do público com permissão de adesão para quem ganha até R$ 13 mil. Também poderão ser incluídos no financiamento imóveis de até R$ 600 mil.
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O programa de reforma de casas era aberto para quem ganhava até R$ 9,6 mil,mas agora passou para R$ 13 mil.
Com relação aos juros,as taxas são de 1,17% para quem ganha até R$ 3,2 mil e de 1,95% para quem tem faixa de renda superior. Agora a taxa será uniformizada em 0,99%. O governo também elevou o ticket máximo da reforma de R$ 30 mil para R$ 50 mil e estendeu o prazo de amortização para 72 meses. Antes,era 60 meses.
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Para viabilizar essas e outras medidas,o governo confirmou um aporte adicional de R$ 20 bilhões provenientes do Fundo Social do Pré-Sal para o programa Minha Casa,Minha Vida. Esse novo volume de recursos visa garantir a contratação de um milhão de unidades habitacionais neste ano.
— Vamos aportar R$ 20 bilhões do fundo social chegando no orçamento recorde R$ 200 bilhões — disse o ministro das Cidades,Vladimir Lima,em evento na semana passada.
Há uma semana,o anúncio foi feito durante reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com ministros e representantes do setor da construção civil no Palácio do Planalto.
Durante sua fala na reunião,Lula comentou a redução da taxa de juros na habitação e disse que se o presidente do Banco Central,Gabriel Galípolo,olhar para que o está sendo feito pelo governo,vai reduzir também a Selic.
— Se o Banco Central olhar para nós,vai baixar a taxa de juros. Precisa olhar o que o Tesouro fez,o que o Planejamento. Quando o Galípolo voltar da viagem dele para Europa,eu vou falar: os meninos da gastança estão reduzindo o dinheiro.


Durante a reunião,também foram apresentadas medidas que já estão em vigor de ampliação das faixas do Minha Casa Minha Casa.
No final de março,o Conselho Curador do FGTS aprovou o aumento na renda máxima de famílias que podem financiar imóveis pelo Minha Casa,Minha Vida. O limite de renda familiar mensal da faixa 1 passou de R$ 2.850 para R$ 3.200. Na faixa 2,passou de R$ 4.700 para R$ 5.000,enquanto na faixa 3 os valores passaram de R$ 8.600 para R$ 9.600.
O valor máximo da renda familiar permitido na faixa 4,voltada à compra da casa própria pela classe média,subiu de R$ 12 mil para R$ 13 mil.
Os investimentos priorizarão o atendimento das famílias inseridas na Faixa 3 do programa,que engloba rendas mensais entre R$ 5 mil e R$ 9,6 mil. Os valores das faixas foram reajustadas:


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Ministros Luiz Marinho e Guilherme Boulos falam a respeito do projeto da Escala de trabalho 6x1,no Palácio do Planalto — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo


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O presidente Lula enviou ao Congresso Nacional projeto que estabelece o fim da escala 6x1 — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo
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A íntegra da proposta não foi divulgada — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

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Ministros Luiz Marinho e Guilherme Boulos falam a respeito do projeto da Escala de trabalho 6x1,no Palácio do Planalto — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo
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Apesar do apelo social,a proposta enfrenta resistência — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

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Ministros Luiz Marinho e Guilherme Boulos falam a respeito do projeto da Escala de trabalho 6x1,no Palácio do Planalto — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo
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De acordo com a Casa Civil,o texto está sendo encaminhado em regime de urgência constitucional

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